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Diálogo de UG com Ramana Maharshi
Leia Alegoria da Caverna de Platão Desenredo - de Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro As aparências enganam - de Sérgio Natureza/Tunai (linda canção gravada por Elis Regina) Caminante, no hai camino - Antonio Machado Os venenos da mente - Lama Tsering Eu não sei nada - John Sherman Satsang, doce e profundo mistério - John Sherman Tem que ser agora mesmo - John Sherman O Zen e a Caverna de Platão Samsara dividido por zero - T. Bhikkhu Contos Zen - - de Daniel Law Diálogo de Milinda e Nagasena Profunda reflexão sobre a vacuidade de todas as coisas Os dois pássaros Belíssima alegoria de Rabindranath Tagore sobre o apego às algemas Os princípios do Budismo O sabor do Zen - Taisen Deshimaru Krishnamurti: Sobre a Educação Krishnamurti: Sobre a Dúvida Matemática Teoria do Caos O mito de Pandora "Entrevista" com Fernando Pessoa Novo! NÃO DEIXE DE LER! Budismo-Psicologia-Do-Auto-Conhecimento - Dr. Georges da Silva e Rita Homenko Um pequeno teste para você! Diálogo de UG com Ramana Maharshi
O Bhagavan, um homem
sereno, da maior sabedoria e integridade, não poderia causar uma impressão mais
forte no jovem U.G.
Desenredo - de Dori Caymmi e Paulo César Pinheiro Por toda terra que passo me espanta tudo o que vejo A morte tece seu fio de vida feito ao avesso O olhar que prende anda solto O olhar que solta anda preso Mas quando eu chego em me enredo Nas tramas do teu desejo! O mundo todo marcado a ferro, fogo e desprezo A vida é o fio do tempo, a morte é o fim do novelo O olhar que assusta anda morto O olhar que avisa anda aceso Mas quando eu chego em me perco Nas tranças do teu segredo. Ê Minas, Ê Minas, é hora de partir, eu vou... Vou-me embora prá bem longe (bis) A cera da vela queimando O homem fazendo seu preço A morte que a vida anda armando A vida que a morte anda tendo O olhar mais fraco anda afoito O olhar mais forte indefeso Mas quando eu chego em me enrosco Nas cordas do teu cabelo. Ê Minas, Ê Minas, é hora de partir, eu vou... Vou-me embora prá bem longe... As aparências enganam - de Sérgio Natureza/Tunai - gravada por Elis Regina As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam Porque o amor e o ódio se irmanam na fogueira das paixões. Os corações pegam fogo e, depois, não há nada que os apague... Se a combustão os persegue, as labaredas e as brasas são O alimento, o veneno e o pão, o vinho seco, a recordação Dos tempos idos de comunhão, sonhos vividos de conviver... As aparências enganam, aos que odeiam e aos que amam Porque o amor e o ódio se irmanam na geleira das paixões. Os corações viram gelo e, depois, não há nada que os degele... Se a neve, cobrindo a pele, vai esfriando por dentro o ser Não há mais forma de se aquecer, não há mais tempo de se esquentar Não há mais nada pra se fazer, senão chorar sob o cobertor... As aparências enganam, aos que gelam e aos que inflamam Porque o fogo e o gelo se irmanam no outono das paixões Os corações cortam lenha e, depois, se preparam pra outro inverno... Mas o verão que os unira, ainda vive, e transpira ali Nos corpos juntos na lareira... na reticente primavera... No insistente perfume de alguma coisa chamada amor... clique aqui para ouvir essa melodia com Elis Regina Voltar Caminante, no hay camino de Antonio Machado (poeta espanhol)
O homem que desdenhava as máquinas Chuang Tse Um filósofo confucionista passeava com seus discípulos pelos campos do sul da China, quando viu um camponês que molhava sua horta com um regador. O filósofo perguntou-lhe por quê não usava uma bomba para este trabalho. O camponês olhou-o e respondeu: "Ouvi meu Mestre dizer que aqueles que usam engenhosos instrumentos são espertos nos seus negócios. Aqueles que são espertos nos seus negócios têm astúcia no coração. Aqueles que têm astúcia no coração não o têm puro e incorrupto. Aqueles cujo coração não é puro e incorrupto têm o espírito agitado. Aqueles cujo espírito é agitado não são veículos convenientes para a Paz. Não é que eu desconheça estas coisa, é que eu teria vergonha de usá-las". Leia a íntegra desse conto, clicando aqui |
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